O Centro de Artes de Águeda foi o palco da V Gala do Desporto Escolar da ESAP, uma organização da responsabilidade do grupo de Educação Física, cujo objetivo foi reconhecer e homenagear a participação de todos os alunos envolvidos nas várias atividades do desporto escolar.

Este momento representa, para todos os participantes no Desporto Escolar, o culminar de todo um ano letivo repleto de competições, num ambiente de festa, e coloca em evidência a valorização que a ESAP dá às atividades extraletivas, como complemento do processo formal de todo o processo ensino e aprendizagem. Assim sendo, o acesso à prática desportiva regular de qualidade, oferecido pela escola, contribui para a promoção do sucesso escolar, dos estilos de vida saudáveis, permitindo o enriquecimento de competências sociais e valores morais, associados a uma cidadania ativa.

Na voz e expressão fantásticas dos alunos dos 7ºB e E da ESAP e do 5ºA do Agrupamento de Escolas de Águeda, nos dias 21 de maio e 11 de junho, a Leitura foi e veio, qual Rainha dos mares, num cenário e envolvimento maravilhosos, a desafiar um futuro risonho que haveremos de ser capazes de assegurar à mistura, já, com um cheirinho de festas populares deste mês de junho, onde não faltaram os martelinhos, contextualizando o ambiente das fogueiras, pleno de amor e de alegria, criado por Toy (pseudónimo do autor aguedense) (1), que aqui deixamos registado.

A atividade integra os Planos de atividade das duas bibliotecas.

A Escola Adolfo Portela (ESAP) participou, no corrente ano letivo, no programa «Escolas Solidárias Fundação EDP», tendo sido, nesse âmbito, registadas diversas ações/projetos, designadamente, “Recolha Solidária”, “Mercadinho Solidário”, “Agricultura Biológica”, “Resíduos”, “Alimentação Saudável”, “Vamos ajudar os Patudos”, “Eu reciclo”, “Alargar Horizontes”, além de vários peditórios para diferentes causas.

Assim, a nossa participação foi distinguida com a sua integração no Quadro de Honra Escolas Solidárias (9ª edição), como Escola Revelação 2018/19.

Num momento solene, digno de amor à Natureza, as alunas do Clube de Leitura, Ana Neves e Maria Inês Dias, coadjuvadas pela professora bibliotecária e responsável pelo referido clube, Helena Pires, plantaram, nos espaços verdes do recreio, uma figueira que traduz, já, o encanto e os ensinamentos que dela haverão de ser colhidos através da sua sombra e dos seus frutos, para um Mundo mais belo e mais Justo.

 

 

 

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